A inteligência cibernética (Cyber Threat) tem com objetivo a coleta e a análise das informações sobre as ameaças externas (hacker`s, malware, TTPs de adversários) para se antecipar aos ataques, ou seja, estudar, entender, elaborar táticas e fortalecer o sistema de segurança, consubstanciado no trabalho no campo virtual.

Já a contrainteligência cibernética (Cyber Counterintelligence), visa proteger as informações, os ativos e as operações próprias, identificando e neutralizando tentativas de espionagens ou sabotagens e prevenção de vulnerabilidades internas, ocultação de dados e desinformação para proteger segredos e infraestrutura crítica.
Nesse contexto, ocorre a guerra de informações cibernéticas, com uso de informações, em ambiente virtual, visando comprometer as operações dos adversários, influenciando a opinião pública, de modo a desestabilizar infraestruturas críticas e atingir objetivos políticos ou militares.
Os principais aspectos e táticas da guerra cibernética são:
a) Desinformação e notícias falsas (as Fake News);
b) Manipulação da opinião pública;
c) Ataques à infraestruturas críticas;
d) Espionagem virtual;
e) Ataques cibernéticos diretos.
No mundo atual e globalizado, as guerras cibernéticas são fatores proeminentes que podem tanto evitar um conflito bélico quanto arrastar um país inimigo para a guerra.
Entretanto, eventuais divergências entre os “países inimigos” devem serem solucionados no campo da DIPLOMACIA, em busca da PAZ.
