Os crimes virtuais ou cibernéticos vêm se aperfeiçoando a cada dia.

Nessa modalidade, com uso da tecnologia da inteligência artificial (IA), o criminoso cria imagens (geralmente se utiliza da imagem de uma pessoa famosa para dar mais veracidade ao fato criminoso), com sons e vídeos falsos, extremamente realistas e convincentes, para enganar a vítima, fazendo-a acreditar que, trata-se de algo verdadeiro.
Geralmente, a DEEPFAKE é utilizada para venda de produtos, inclusive de gêneros alimentícios, produtos de beleza ou de estética e que, muitas das vezes, fazem mal a saúde.
A utilização dessa modalidade criminosa também pode levar a incidentes diplomáticos, como alguém se passando por alguma autoridade governamental ou por algum CEO famoso, induzindo investidores a prática de pirâmides financeiras de modo a causar prejuízo financeiros, pois a ideia do criminoso é enganar, causar danos e criar desordem.
Enfim, toda cautela é pouca!
